abs_raca

Raça

Tabapuã do Córrego tem raça

A raça Tabapuã foi formada pela família Ortenblad, que desenvolveu juntamente com zootecnistas o critério a ser utilizado desde seu primeiro acasalamento, isto é, a linha direta de acasalamentos, in and in breeding.

Sem medo de se expor a provas zootécnicas, tendo sempre se colocado nas primeiras posições nas provas de performance a que participa.

Convicta de seu slogan “Tabapuã o Zebu mais precoce” conseguido através de mentalidade moderna onde os criatórios participam maciçamente de provas de performance econômica. Tendo assim em seus dados confiabilidade absoluta.

Preocupada em alcançar metas de desempenho que preencham as necessidades para o suprimento do mercado de carne em crescimento.

O Tabapuã por ser o Zebu mais Precoce tem melhor Taxa de desfrute. O aumento da taxa de desfrute se dá através da diminuição da idade ao abate e do aumento da fertilidade, principalmente da precocidade sexual, fatores estes característicos da raça.

Tem alta prepotência hereditária, isso é, confiabilidade na transmissão da sua carga genética, seu êxito é herdável e seu progresso é cumulativo.

Existe uma busca constante na obtenção de carcaça de qualidade para garantir sucesso no mercado brasileiro e internacional em vias de abertura com o processo de erradicação da febre Aftosa.

Dados zootécnicos mostram que o aumento de produtividade das fêmeas melhora em até 60% o rebanho, devido a precocidade sexual, fertilidade, habilidade materna e qualidade de aleitamento, características presentes em toda fêmea Tabapuã. Veja no histórico (1968 – 1974) e em matrizes Tabapuã o material sobre o controle leiteiro.

Insuperável mãe zebuina responsável por tamanha expansão da raça em 60 anos de seleção.

O Córrego da Santa Cecília tem participação ativa e relevante no desempenho que a raça vem apresentando desde o T-0 (1.941).

Se não tivermos um acompanhamento econômico teremos perdas no processo de seleção.

Competitividade a baixo custo de Produção, qualidade e oferta permanente, além de adaptabilidade, habilidade maternal, precocidade,fertilidade, prepotência hereditária e qualidade de acabamento que são as Bandeiras da raça que criamos, o Tabapuã do Córrego.

Considerações Úteis e Oportunas sobre a criação de gado Tabapuã na Fazenda Córrego Da Santa Cecília por Dr. André Andreoli Spanó.

Na qualidade de veterinário assistente da Fazenda Córrego da Santa Cecília é uma enorme satisfação tecer algumas considerações que poderão ser extremamente úteis sobre o produto geneticamente melhorado, Tabapuã do Córrego.
Voltando ao passado, a verdade é que, há muitas décadas, os empreendedores do Córrego da Santa Cecília, de maneira extremamente inteligente e profissional rapidamente perceberam que a raça Tabapuã era sem dúvida o melhor zebuíno para o Brasil; então iniciaram um longo processo de lapidação desses animais que a cada geração nos surpreende.
Iniciando agora, de maneira direta nosso bate-papo, informo que no Córrego como carinhosamente somos conhecidos, os pilares da produção animal (manejo, nutrição, sanidade e melhoramento genético) são rigorosamente obedecidos dentro de padrões técnicos dos mais exigentes.
Agindo assim e sabendo que a raça tabapuã é extraordinária nos quesitos de adaptabilidade ao nosso clima, produção de carne a pasto e alta fertilidade, nos dá um enorme prazer verificar matematicamente que a cada período de observação, grandes progressos genéticos são obtidos, quer sejam: aumento anual do peso a desmama de machos e fêmeas; crescimento mais rápido dos animais recriados traduzindo em novilhas e tourinhos iniciando sua vida reprodutiva cada vez mais jovens; vacas produzindo a cada ano médias superiores em quilos de bezerros desmamados e, também, um aumento anual gradativo na fertilidade do rebanho. Veja que até agora não mencionei nossos números de produtividade animal; mas vocês terão como fazê-lo aqui buscando as informações a respeito do que quiserem. Inclusive, informações adicionais sobre a participação do nosso tabapuã em provas oficiais de ganho de peso vigiadas pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu.
Não sei o que você está especificamente procurando más posso lhe dizer com toda a convicção que o Tabapuã do Córrego é genética tropical de primeiro mundo.

> Para iniciar rapidamente um “senhor” rebanho top puro de origem;
> Melhor produto para cruzamento com qualquer outra raça zebuína. A propósito, você já viu a maravilha que é o gado comercial “Tabanel” (Tabapuã X Nelore). Imagine agora utilizar touros super melhorados do Córrego na nelorada. Pense nisso. Muitos pecuaristas assim o fazem e o resultado é maior produção de carne por área (produtividade) e, em menor tempo.
> Para o cruzamento industrial com, por exemplo, Angus, Blond D’Aquitene, ou outros exemplares europeus, você pode ter certeza absoluta, não há nada que supere. São produtos desmamados e recriados mais pesados, quer sejam machos, quer sejam fêmeas. Aliás, são também as melhores novilhas para serem utilizadas como receptoras, sabe por quê? São mais férteis, dão cio mais cedo, são mais leiteiras, tratam melhor suas crias. Para confirmar tal afirmação, temos vários trabalhos de pesquisa aqui produzidos e em parceria com outras fazendas e instituições de ensino e pesquisa a respeito do nosso tabapuã comparativamente a outros zebuínos utilizados em cruzamento industrial onde, os resultados mostram quão enorme é a diferença positiva a nosso favor. De quebra, ainda transmitem quase 90% de caráter mocho.

“É pessoal”, más tudo isso não é mero acaso. Aqui, tudo é avaliado, pesado, mensurado, estudado; todos os animais passam rigorosamente pelo crivo técnico, como por exemplo: não se permite acasalar sem observar criteriosamente quais os melhores pares.
Finalizando agora, incentivo você a confirmar minhas informações e dizendo que a motivação dos proprietários e funcionários somados as observações obtidas e analisadas diariamente e a busca da melhor aplicação destes dados, transforma-se sem dúvida no combustível que impulsiona o progresso do Tabapuã do Córrego.
Atenciosamente,

Dr.André Andreolli Spano – médico veterinário, mestre em Zootecnia, Doutorando em Reprodução Animal.
e-mail: andrespanovet@terra.com.br

Veja as comprovações do que mencionamos como características principais da raça nas tabelas relacionadas à seguir

Controle de Desenvolvimento Ponderal nas idades Padrão 205, 365 e 550 dias

Raça Sexo Peso ao Nascer Idade Padrão (dias) e Regime Alimentar
205 365 550
RA I RA II RA II RA I RA II RA III RA I RA II RA III
Nelore/NEM M 31 169 196 215 230 288 321 310 402 448
F 29 156 179 198 205 256 298 269 347 407
Tabapuã M 32 177 204 216 236 296 319 320 421 439
F 30 164 186 202 212 274 293 280 375 413

Regime Alimentar RAI – A Campo -> PC 205 – Peso Calculado aos 205 dias
Regime Alimentar RAII – Semi Confinado -> PC 365 – Peso Calculado aos 365 dias
Regime Alimentar RAIII – Confinado-> PC 550 – Peso Calculado aos 550 dias
CDP atualizada até 2002 – (dados da ABCZ)

Ao analisarmos a tabela acima percebemos que o Tabapuã é superior em todas as pesagens padrão em qualquer regime alimentar a que é submetido.

Tabela 02: Média de Garrotes submetidos a PGP oficializadas pela ABCZ (1.996 – 1.999)
Essas provas tem a duração de 56 dias de adaptação e 112 dias de prova efetiva, com a ração total de 12,5% de proteína e 75% NDT (equivalente a um capim de ponta).

MÉDIA DE 655 GARROTES SUBMETIDOS A PGP (1996 A 1999)
Nº Total de animais Provados 655
Nº Médio de Animais por Prova 17
Peso Médio ao Nascer 33 Kg
Idade Média na Entrada da PGP 253 dias
Idade Média no Final da PGP 421 dias
Peso Médio no Início da PGP 250 kg
Peso Médio no Final da PGP 380 kg
GP (Ganho de Peso) no período (112dias) 122 kg
GMD (Ganho médio Dia) 1.090 g
PC 426 (Peso calculado aos 426 dias = 14 meses) 383kg (14,3@)
Desvio Padrão 9,4

Tabela 03: Prova de Carcaça – ABCZ (1.998)

Prova de Carcaça – ABCZ (1.998)

Guzerá Indusbrasil Nelore TABAPUÃ Média
N 7 8 28 8 13
Idade (meses) 24,4 23,9 24,6 24 24,4
Peso (kg) 471 510 519 540 514
AlturaAnterior (cm) 139 139 142 140 141
AlturaPosterior (cm) 144 144 148 146 146
ComprimentoDo Corpo (cm) 145 151 147 146 147
PerímetroEscrotal (cm) 34 37,3 34,4 36,1 35,1
PerímetroTorácico (cm) 189 188 190 192 190

Aí estão fundamentos para a base de qualquer rebanho: Machos que convertem, precoces, adaptados, férteis e com carga genética explosiva.

Assim são os garrotes TABAPUÃ.
Transmissão = Confiabilidade
Excelente GMD a Campo = Rebanho que dá lucro

Tabela 04: Continuação Prova de Carcaça – ABCZ (1.998)

Continuação Prova de Carcaça – ABCZ (1.998)

Guzerá Indusbrasil Nelore TABAPUÃ Média
N 7 8 28 8 13
PCQ 258 270 296 306 188
Rend (%) 54,9 54,3 56,8 56,2 56
Acab. (A) 2,6 3,4 3,4 3,1 3,2
AOL (cmª) 3,3 3,3 3,7 3,8 3,6
EG (cm) 3,4 3,6 4,7 3,9 4,2
Kg Carne/100 kg de PV (%) 40,9 40,1 41,8 41,9 41,4

A: Acabamento (gordura) I = ausente;2 = escassa;3=mediana;4=uniforme;5=excessiva
B: Conformação (musculosidade) I = pobre (côncava); 3=boa (retilínea);5= muito boa (convexa)Número de Animais (N); Peso de carcaça Quente (PCQ); Rendimento de Carcaça (Rend); Acabamento (Acab);Conformação (Conf.); Área de Olho de Lombo(AOL) Espessura da Gordura (EG) e kg de carne para cada 100kg de Peso Vivo (kg carne/100kg de Pv [%])

Analisando as tabelas acima percebemos claramente porque o Tabapuã é o Zebu mais Precoce.

Nas provas de avaliação de carcaça oficiais, o TABAPUÃ é o que apresenta maior peso bruto e melhor peso de carcaça com excelente rendimento. Devido à conformação de sua carcaça (tipo compacto moderno) entre as raças zebuínas, o TABAPUÃ é o que apresenta terminação mais rápida. Esta característica, aliada ao alto ganho de peso, faz com que os animais TABAPUÃ e seus cruzamentos estejam prontos para abate mais rápido, com custos menores.

VALIDADE ESTATÍSTICA DOS DADOS APRESENTADOS:
Os dados apresentados nas tabelas acima, são dados oficiais da Prova de Avaliação de Carcaça efetuada pela ABCZ com acompanhamento e julgamento de seus corpo técnico. São portanto dados verdadeiros e confiáveis. Segundo dados da ABCZ (informativo ABCZ – nov/dez 1999) a participação do Tabapuã em provas de performance é muito maior que o universo da própria raça.

CDP (Controle de Desenvolvimento Ponderal): A participação do Tabapuã a nível nacional em pesagens de CDP é 74% maior do que percentual do Tabapuã dentro do universo das raças zebuinas.

PGP (Prova de Ganho de Peso) : A participação do Tabapuã a nível nacional em pesagens de Provas de Ganho de Peso é 150% maior do que o percentual do Tabapuã dentro do universo das raças zebuinas.

Isto significa simplesmente que:
(I) Os dados referentes ao Tabapuã tem confiabilidade absoluta.
(II) Os criadores de Tabapuã tem mentalidade moderna, ao participarem maciçamente de provas de performance econômica.

RESULTADOS COMPROVADOS COM OS DADOS OBTIDOS NA ÚLTIMA EXPOZEBU (UBERABA – MG)

Tabela 05 a 10:

Tabela 11 e 12:

Voltamos a comprovar nas tabelas acima precocidade em Ganho de Peso e precocidade reprodutiva nas fêmeas.

Rebanho produtivo => maior taxa de desfrute => maior rentabilidade
Menor tempo => maior giro => maior rentabilidade
ISSO É TABAPUÃ

Tabapuã prova com transparência porque o Zebu mais precoce.
Na mais importante amostra mundial de gado Zebu (Expozebu – Uberaba), a raça Tabapuã sempre presente superando metas ano após ano e atingindo os melhores resultados.

Obviamente na raça superior, pois, se houvesse, seria a única a ser criada, mas existem raças que contém qualidades que a aproximam do ideal para as condições de clima e manejo nacionais; uma delas a Tabapuã, que desde a sua formação inteiramente acompanhada por zootecnistas e provada com transparência em provas oficializadas por órgãos e instituições idneas.

Veja a seguir alguns dados de desempenho que o rebanho Tabapuã do Córrego vem alcançando:

Fertilidade (1.995 a 2005)
20.142 Toques realizados sendo:
{ 10350 toques em vacas paridas 51,38%
{ 5337 toques em vacas solteiras 26,49%
{ 4455 toques em Novilhas 22,11%

17.140 prenheses, 85,10% de fertilidade nos últimos 10 anos com IEP (intervalo entre partos) médio de 15,5 meses

Habilidade materna (95 a 2000):
52,5% dos bezerros nascidos neste período foram classificados como Elite e Superior

Precocidade
a) CDP (controle de desenvolvimento Ponderal)
Resumo PN, PC 205, 365,550 em RA -1 (a campo) para Nascimentos 08 a 11/95 a 99
Nascimentos referentes as Montas de Verão (Nov/Dez/Jan)

Resumo PN, PC 205, 365, 550 em RA -1 (a campo) para Nascimentos 08 a 11/95 a 99 – Nascimentos referentes as Montas de Verão (Nov/Dez/Jan)

Período Período Período Período
Ago/95 a Nov/95 a Ago/95 a Nov/99 Ago/95 a Nov/95 a Ago/95 a Nov/99 Ago/95 a Nov/95 a Ago/99 a Nov/99 Ago/95 a Nov/95 a Ago/95 a Nov/95
PN PC 205 PC 365 PC 550
95 M 31 95 M 175 95 M 261 95 M 316
F 30 F 167 F 249 F 271
96 M 31 96 M 172 96 M 240 96 M 367
F 30 F 164 F 213 F 288
97 M 30 97 M 197 97 M 256 97 M 380
F 29 F 175 F 219 F 299
98 M 30 98 M 176 98 M 283 98 M 405
F 29 F 166 F 242 F 325
99 M 32 99 M 179 99 M 292 99
F 31 F 165 F 266
Média M 31 Média M 180 Média M 266 Média M 367
F 30 F 168 F 237 F 296
Médias PC 205,365,550 em RA -1 – (Animais Nasc Agosto a Nascimentos 1995 a 1999)
M (kg) GPD (g) F (kg) GPD (g)
PC 205 180 726 168 673
PC 365 266 643 237 567
PC 550 367 610 296 483
GMD entre 205 – 365 (160 dias) M 537g
F 431g
GMD entre 365 – 550 (185 dias) M 545g
F 318g

OBS: As Tabelas acima mostram que nossos machos a campo provenientes da estão de monta do verão pesam aos 18 meses => 13,7@ as fêmeas aos 18 meses => 9,86@

Resumo PN, PC 205, 365, 550 em RA -1 para Nascimentos 02 a 05/95 a 99 – Nascimentos referêntes as Montas de Outono ( Maio/Junho)

Período Período Período Período
Fev/95 a Mai/95 a Fev/99 a Mai/99 Fev/95 a Mai/95 a Fev/99 a Mai/99 Fev/95 a Mai/95 a Fev/99 a Maio/99 Fev/95 a Mai/95 a Fev/99 a Mai/99
PN PC 205 PC 365 PC 550
95 M 30 95 M 143 95 M 202 95 M 276
F 29 F 133 F 186 F 252
96 M 32 96 M 140 96 M 210 96 M 283
F 28 F 132 F 189 F 243
97 M 30 97 M 174 97 M 268 97 M 345
F 28 F 167 F 238 F 285
98 M 31 98 M 167 98 M 288 98 M 376
F 30 F 151 F 231 F 322
99 M 31 99 M 146 99 M 261 99 M 363
F 30 F 139 F 277 F 344
Média M 31 Média M 154 Média M 245 Média M 329
F 29 F 144 F 224 F 289
M (kg) GPD (g) F (kg) GPD (g)
PC 205 154 600 144 560
PC 365 245 586 224 534
PC 550 329 541 289 472
GMD entre 205 – 365 (160 dias) M 537g
F 431g
GMD entre 365 – 550 (185 dias) M 545g
F 318g

OBS: As Tabelas acima mostram que nossos machos a campo provenientes da estão de monta de Outono pesam aos 18 meses => 12,28@ as fêmeas aos 18 meses => 9,63@

OBS: Esta estação é interessante como repasse mas ela prejudica muito a matriz que amamenta durante o período seco, dando um diferencial de quase 1@ a menos/ animal na média da desmama comparando-se com a estãção do verão.

Resumo PN, PC 205, 365, 550 em RA -1 (a campo) para Nascimentos 08 a 11/2000 a 2005 – Nascimentos referentes as Montas de Vero (Nov/Dez/Jan)

Período Período Período Período
Ago/2000 a Nov/2000 a Ago/2000 a Nov/2005 Ago/2000 a Nov/2000 a Ago/2000 a Nov/2005 Ago/2000 a Nov/2000 a Ago/2000 a Nov/2005 Ago/2000 a Nov/2000 a Ago/2000 a Nov/2005
PN PC 205 PC 365 PC 550
2000 M 33 2000 M 191 2000 M 268 2000 M 410
F 31 F 183 F 263 F 291
2001 M 35 2001 M 185 2001 M 278 2001 M 477
F 32 F 172 F 227 F 287
2002 M 33 2002 M 199 2002 M 322 2002 M 443
F 29 F 181 F 262 F 364
2003 M 32 2003 M 184 2003 M 309 2003 M 398
F 31 F 176 F 258 F 354
2004 M 34 2004 M 205 2004 M 336 2004 M 398
F 32 F 184 F 281 F 394
2005 M 34 2005 M 215 2005 M 310 2005 M 450
F 32 F 206 F 266 F 412
Média M 33 Média M 196 Média M 303 Média M 429
F 31 F 183 F 259 F 350
Médias PC 205,365,550 em RA -1
(Agosto a Novembro de 2000 a 2005)
  M (kg) GPD (g) F (kg) GPD (g)
PC 205 196 795 183 741
PC 365 303 745 259 624
PC 550 429 723 350 580
GMD entre 205 – 365 (160 dias) M 668g
F 475g
GMD entre 365 – 550 (185 dias) M 681g
F 491g

Resumo PN, PC 205, 365, 550 em RA -1 para Nascimentos 02 a 05/2000 a 2005 – Nascimentos referentes as Montas de Outono – Safrinha (Maio/Junho)

Período Período Período Período
Fev/2000 a Mai/2000 a Fev/2000 a Mai/2005 Fev/2000 a Mai/2000 a Fev/2000 a Mai/2005 Fev/2000 a Mai/2000 a Fev/2000 a Mai/2005 Fev/2000 a Mai/2000 a Fev/2000 a Mai/2005
PN PC 205 PC 365 PC 550
2000 M 36 2000 M 159 2000 M 247 2000 M 399
F 32 F 154 F 228 F 268
2001 M 32 2001 M 145 2001 M 279 2001 M 409
F 31 F 147 F 218 F 305
2002 M 33 2002 M 159 2002 M 275 2002 M 415
F 31 F 148 F 277 F 409
2003 M 33 2003 M 176 2003 M 337 2003 M 367
F 32 F 150 F 214 F 328
2004 M 31 2004 M 167 2004 M 285 2004 M 398
F 32 F 158 F 235 F 328
2005 M 34 2005 M 180 2005 M 283 2005 M 324
F 33 F 180 F 236 F 324
Média M 33 Média M 164 Média M 284 Média M 385
F 31 F 156 F 234 F 327
M (kg) GPD (g) F (kg) GPD (g)
PC 205 164 639 156 609
PC 365 284 687 234 556
PC 550 385 640 327 538
GMD entre 205 – 365 (160 dias) M 750g
F 487g
GMD entre 365 – 550 (185 dias) M 545g
F 502g

OBS: As Tabelas acima mostram que nossos machos a campo provenientes da estação de monta de Outono pesam aos 18 meses => 13,86@ as fêmeas aos 18 meses => 10,9@

OBS: Esta estção é interessante como repasse mas ela prejudica muito a matriz que amamenta durante o período seco, dando um diferencial de quase 1@ a menos/ animal na média da desmama comparando-se com a estação do verão.

b) PGP – (Provas de Ganho em Peso)

Média dos resultados da 1º a 32º PGP – CSC em Provas com ração total de 12,5% Proteína e 75% NDT (equivalente a um capim de ponta). Essas provas tem duração de 56 dias de adaptação e 112 dias de Prova efetiva acompanhadas e oficializadas pela ABCZ.

N animais Partic. Idade em Dias Pesagem Kg GP/kg GMD/g PC365 PC426
Total 707 Entr. Final PE PI PF        
Média 23 305 428 216 271 380 109 972 307 364

Peso médio dos animais PC 426 = 364 kg = 12,61@ aos 14 meses


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